Origens de tráfego

Como entender as origens de tráfego do seu site

Uma explicação direta das principais origens de tráfego (orgânico, pago, direto, referência, social e e-mail), como cada uma é identificada e o que observar em cada uma.

Ilustração de diferentes origens de tráfego chegando a um site

O total de visitas mostra o movimento do site. As origens de tráfego mostram o porquê. Se você for olhar um único relatório além do total, que seja este.

Os grupos principais

As ferramentas de análise agrupam as visitas em alguns canais. Os nomes mudam um pouco de uma ferramenta para outra, mas a ideia é a mesma.

Busca orgânica

Visitas que vêm dos resultados não pagos do Google, Bing, DuckDuckGo e outros buscadores. É o canal que reflete o trabalho de SEO: conteúdo, títulos das páginas, estrutura do site e saúde técnica.

O que observar: quais páginas recebem visitas orgânicas e se os conteúdos novos começam a recebê-las algumas semanas depois de publicados.

Busca paga e redes sociais pagas

Visitas de anúncios. São identificadas pelos códigos que as plataformas acrescentam automaticamente ou por parâmetros UTM como utm_medium=cpc.

O que observar: visitas por campanha e se esses visitantes fazem o que você espera (entrar em contato, se cadastrar, comprar). Veja Como acompanhar o desempenho das campanhas no Google Ads.

Direto

Visitas em que a ferramenta não encontrou nenhuma origem: endereço digitado, favoritos, links abertos por alguns aplicativos ou dentro de documentos. É também para onde vão campanhas sem marcação e parte das visitas protegidas por configurações de privacidade.

O que observar: saltos repentinos. Um pico de tráfego direto muitas vezes é uma campanha sem UTM. Explicamos isso em O que é tráfego direto na análise de sites?.

Referência

Visitas que vêm de links em outros sites: um blog que citou você, um diretório, um parceiro, um portal de notícias.

O que observar: a lista de sites que mandam visitas. Um nome novo ali geralmente significa que alguém escreveu sobre você — o que vale para relacionamento e, muitas vezes, para SEO também.

Social

Visitas de redes como Instagram, Facebook, LinkedIn, X, YouTube ou Pinterest. Muitas vêm de aplicativos de celular que nem sempre informam a origem, então parte do tráfego social pode aparecer como direto. Links compartilhados no WhatsApp, por exemplo, costumam chegar sem origem.

O que observar: quais posts ou perfis trazem gente, e se essas pessoas ficam ou saem na hora.

E-mail

Visitas de newsletters e e-mails automáticos. Os aplicativos de e-mail raramente informam a origem, então, sem UTM, esse tráfego quase sempre cai em direto.

O que observar: visitas por envio. Marque todos os links dos seus e-mails.

Como a visita recebe o rótulo

A ferramenta decide a origem no início da visita, mais ou menos nesta ordem:

  1. Parâmetros UTM no endereço, se existirem. Eles têm prioridade porque foram colocados de propósito.
  2. Identificadores de clique de anúncio, como o gclid do Google Ads.
  3. O referenciador, que informa de qual página o visitante veio. Domínio de buscador vira busca orgânica; rede social vira social; qualquer outro site vira referência.
  4. Nada: sem marcação e sem referenciador. A visita é contada como direta.

Conhecer essa ordem explica a maioria dos números "estranhos". Se a sua newsletter não aparece como e-mail, é porque os links não têm UTM e os aplicativos de e-mail não informam a origem.

Lendo o relatório sem se enganar

Olhe percentuais e números absolutos juntos. Se a busca orgânica passou de 50% para 40% do tráfego, ela pode ter caído — ou outra origem pode ter crescido. Confira o número de visitas.

Compare períodos equivalentes. Semana com semana; para negócios sazonais, mês com o mesmo mês do ano anterior.

Ligue as mudanças a acontecimentos. Uma origem nova que aparece, ou uma que some, quase sempre tem causa: campanha nova, link removido, post que viralizou. Mantenha um registro datado do que você faz para cruzar com o gráfico. É a ideia por trás do histórico de estratégias do WEBPilot.

Veja as páginas de entrada por origem. Quem chega pela busca e quem chega por anúncio costumam cair em páginas diferentes. Separar os dois mostra que conteúdo atrai que público.

Checklist mensal rápido

  • Qual origem mais cresceu? Você sabe por quê?
  • Qual mais caiu? É queda real ou problema de medição?
  • Apareceu algum site novo mandando visitas?
  • O tráfego direto está estável ou deu um salto num dia específico?
  • Todas as campanhas estão marcadas corretamente?

Onde o WEBPilot entra

A visão de origens de tráfego do WEBPilot está sendo construída para agrupar as visitas nesses canais automaticamente e mostrá-las ao lado das ações registradas para cada site. Enquanto a coleta não está no ar, você já pode cadastrar seus sites e começar o registro de estratégias — assim o histórico estará pronto quando os números chegarem.


Os artigos do WEBPilot são escritos e revisados pela nossa equipe editorial. Não há conteúdo patrocinado.

Coloque em prática

Cadastre seus sites no WEBPilot e mantenha um registro datado de cada mudança que você fizer. Acompanhamento de estratégias →

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